Portugal de 1750 é pobre e dependente do estrangeiro, e o Marquês de Pombal não está satisfeito. E decide mudar tudo em nome do progresso.
"Os Ofícios do Marquês" é uma viagem teatral que percorre as Reais Fábricas que transformaram a paisagem e a economia do país. Do vidro da Marinha Grande aos chapéus de Pombal, dos panos da Covilhã ao gelo do Cadaval, da seda de Lisboa à pólvora de Barcarena passando pelo vinho do Douro, a peça dá voz a quem construiu estas fábricas: aprendizes de chapéus que sonham ser mestres, tecelãs que não sentem os dedos ao fim do dia, trabalhadores do gelo que acordam antes do sol, taberneiros que se revoltam contra o monopólio do vinho.
No meio de todos, a sombra autoritária do homem que mudou o país. Visionário ou déspota? "Os Ofícios do Marquês" não dá respostas, faz perguntas... e convida o público a viajar pelo Portugal que ousou industrializar-se.
Duração: 75 minutos | M/12
Texto Original: Susana Rodrigues
Encenação: Cristóvão Carvalheiro
Interpretação: Cristóvão Carvalheiro, Maria Botas e Nuno Geraldo
Ilustrações: Sara Allen
Fotografia: Carolina Miguel
REQUISITOS TÉCNICOS
Espaço: INTERIOR 6 x 6 metros
Som: disponibilizado pela companhia
Equipa: 3 intérpretes
Uma co-produção com os municípios da Marinha Grande, Oeiras e Pombal apoiada pela Fundação Caixa Agrícola de Leiria, com apresentações no Teatro Stephens (Marinha Grande), Lagar do Azeite do Palácio dos Marqueses de Pombal (Oeiras) e Celeiro do Marquês (Pombal).