Que o Marquês de Pombal é uma das figuras mais conhecidas da História de Portugal, toda a gente concorda. E que foi um homem de grandes feitos, também ninguém duvida, embora os seus métodos se possam considerar algo… controversos. Se sempre tiveram curiosidade em conhecer Sebastião de Carvalho e Melo e o museu que o homenageia em Pombal, esta é a vossa oportunidade: preparámos uma visita interativa, surpreendente e muito animada para ver este espaço como nunca o viram!
Duração: 45 minutos | M/6
Ficha Técnica
Texto original: Susana Rodrigues | Encenação: Cristóvão Carvalheiro | Interpretação: Beatriz Vieira, Cristóvão Carvalheiro e Maria Botas
No início do século XVIII, Portugal de D. João V prosperava: a produção de ouro e diamantes ia de vento em popa, o Tratado de Methuen fortalecia os laços económicos com a Inglaterra, a relação com a Santa Sé permitia avultadas contrapartidas financeiras e a influência francesa no consumo cultural trazia uma inegável modernização à música, literatura, arquitetura, artes e filosofia. Lisboa fervilhava de comerciantes vindos de toda a Europa. Mas no dia de Todos os Santos do ano de 1755, a cidade mudou para sempre: caiu o Carmo e a Trindade, caiu a Casa da Ópera, acabadinha de inaugurar, caiu Lisboa e arredores. Mas sabem quem não caiu? Sebastião José de Carvalho e Melo, que chegaria a Marquês de Pombal pela forma como ajudou a reconstruir rapidamente a cidade... e o Reino!
Duração: 45 minutos | M/6
Ficha Técnica
Texto original: Susana Rodrigues | Encenação: Cristóvão Carvalheiro | Interpretação: Cristóvão Carvalheiro e Maria Botas | Cenografia: David Caetano | Ilustrações: Sara Allen
Criação a propósito dos 270 anos do Terramoto de 1755, cujo objetivo é contextualizar o acontecimento e destacar a sua relevância para a ascensão de Sebastião José de Carvalho e Melo. Coproduzido com os municípios de Pombal e Oeiras, o espetáculo aborda o impacto local, nacional e europeu do Terramoto, ao nível social, político e do pensamento.
Herdeiros de uma família aristocrática, Salvador e Carminho são dois irmãos habituados a uma vida de privilégios... até receberem uma carta do conde seu pai, com uma missão inesperada: guiar uma visita ao Museu Municipal de Alcanena, terra de origem da família. Com a herança em risco, os dois farão de tudo para garantir a satisfação do público, mesmo que percebam mais de etiqueta e festas do que curtumes e lutas sociais.
Esta criação para famílias e público escolar junta humor, interação e a homenagem à memória dos homens e mulheres que fizeram de Alcanena terra de trabalho, luta e vida.
Duração: 50 minutos | M/6
Ficha Técnica
Texto original: Susana Rodrigues | Encenação: Cristóvão Carvalheiro
Interpretação: Cristóvão Carvalheiro e Maria Botas